Disparado por uma ação do LBHM Tasks
No LBHM Tasks, cada tipo de tarefa tem as suas ações — os botões que aparecem no menu da tarefa: Reprocessar, Cancelar, Enviar para revisão. Uma ação pode dar um desfecho local à tarefa (encerrá-la num status), executar um fluxo daqui, ou as duas coisas.
É assim que o trabalho sai do papel: alguém que olha a lista de tarefas clica num botão, e a automação que você montou no NEXUS Flow roda.
Este é o sentido Tasks → Flow. O contrário — um fluxo que abre ou atualiza tarefas por conta própria — está em Integrações LBHM.
O que cada lado precisa ter
Aqui, no NEXUS Flow. O fluxo precisa aceitar ser disparado de fora: dê a ele o gatilho Disparo manual (veja Gatilhos) e deixe-o ativo.
Um ponto de partida só. Se o fluxo tiver mais de um gatilho, o Tasks não tem como saber por qual começar e o disparo é recusado — quem clicou vê "A automação não pôde ser iniciada". Quando um fluxo precisa das duas coisas (rodar sozinho de madrugada e ser chamado pelo Tasks), separe em dois: um com o agendamento, outro com o disparo manual.
No LBHM Tasks. Abra o tipo dentro do processo e cadastre a ação; no campo Automação, escolha o fluxo pelo nome. A lista traz os fluxos desta organização. Detalhes em Processos, tipos e ações.
O que chega ao fluxo
O clique vira um item, com o que a tarefa sabe sobre si:
| Campo | O que traz |
|---|---|
task_id |
O número da tarefa no LBHM Tasks. |
acao e acao_rotulo |
Qual ação foi clicada — o identificador e o nome que a pessoa viu no botão. |
motivo |
O texto que a pessoa escreveu, quando a ação pede motivo. Vazio quando não pede. |
titulo |
O título da tarefa. |
processo_id e processo |
O processo a que ela pertence. |
tipo_id |
O tipo da tarefa. |
status |
O status antes da ação. |
origem e external_ref |
De onde a tarefa veio e a referência dela no sistema de origem. |
origin_url |
O endereço do registro que originou a tarefa. |
parametros |
O que o sistema de origem gravou junto da tarefa. |
Use qualquer um deles nos nós, como em qualquer outro fluxo:
{{ task_id }}, {{ parametros.nota }}.
O ciclo é assíncrono
O Tasks dispara e segue: quem clicou vê "Automação em execução" na hora, e não fica esperando a plataforma terminar. O desfecho é escrito pelo próprio fluxo, no fim dele, com o nó Tasks — Atualizar/Finalizar (veja Integrações LBHM).
Sem esse nó, a tarefa fica onde estava e ninguém no Tasks descobre que a automação terminou.
No nó, preencha:
- Credencial LBHM Tasks — cadastrada em Credenciais.
- Origem e Referência externa — é por esse par que a tarefa é
encontrada. Aproveite o que veio no item:
{{ origem }}e{{ external_ref }}. - Status — Concluída encerra a tarefa. Deixe em (manter) para só acrescentar informação.
- Motivo — obrigatório ao encerrar (Concluída ou Cancelada). Escreva o que a automação fez, porque é o que fica no histórico da tarefa e é o que a próxima pessoa vai ler. Sem ele, a atualização é recusada.
- Os demais campos (título, descrição, prioridade, prazo, responsável, tópicos, etiquetas) são opcionais: só o que você preencher é alterado.
Se a tarefa não tiver origem e referência externa — o caso das que nasceram digitadas direto na tela do Tasks —, esse par não existe para casar, e o nó não consegue encontrá-la. Confirme com quem cuida do LBHM Tasks como as suas tarefas são criadas.
Acompanhando
- No LBHM Tasks, o detalhe da tarefa registra cada disparo: qual ação, qual fluxo, e o link direto para a execução aqui. Disparo que não saiu do lugar também fica registrado, então automação que morreu na largada não se confunde com automação que rodou.
- Aqui, em Execuções, a execução aparece como qualquer outra — com o item de entrada, o caminho percorrido e o erro, quando houver.
Para ser avisado por e-mail quando uma dessas execuções falhar, veja Configurações.